terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

"bullying social"




Contado dum forma original, o processo de bullying social que leva uma jovem, Hannah Baker, à opção pelo suicídio. E muito bem escrito. O sucesso deste livro, não assente em favores da crítica literária mas no passa-palavra (sim, ainda existe e estou a praticá-lo), dever-se-á a todos em algum momento da vida termos sido Hannah. Ou Clay. Com melhor final, senão não me estariam a ler e eu a escrever-vos.

"Por Treze Razões", Jay Asher, Editorial Presença, 2009


PS: um Bom Natal a todos que aqui passem. e num passa-palavra àqueles que encontrarem.

domingo, 13 de Dezembro de 2009

O alfabeto correcto

Ando a ler Um arco-íris na noite, de Dominique Lapierre. Um dos livros de que se fala. Desde que lhe assomei via páginas do Ípsilon que desejei tê-lo e, igualmente, me recordou um dos romances históricos que me marcaram, lido ainda Nelson Mandela era prisioneiro em Robben Island e não se acreditava que o apartheid terminasse sem um novo rio de sangue entre raças: O Pacto, de James A. Michener, dois grossos volumes onde (ao que me lembro), pelo cruzamento das vidas de três famílias, se historia o surgimento da nação África do Sul, mas vai mais longe, tão longe como há 10.000 anos a.C.

Não são totalmente comparáveis: um é o relato com nomes próprios e rigor na identificação dos factos, outro um longo romance que é exaustivamente a história de um país, e antes dele uma região no Sul de África que será do tamanho da França, Alemanha e Itália juntas, e junte-se-lhe a Suíça que não destoará quer em dimensão geográfica quer no tamanho da riqueza que é tangível em cifrões.

Ainda não ultrapassei o meio mas já sei de duas coisas: vou continuar a gostar e a recomendá-lo, e que não destrona "O Pacto" naquele lugar onde se coloca o vencedor quando se responde a perguntas impossíveis, tais como «ou este ou este, só um.» Vou arranjar lugar na estante para ficarem lado a lado e melhor ordenação não lhes consigo, que alfabetos onomásticos são pormenores pois o que interessa num livro é mesmo o conteúdo.

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

:-x

A um certo patamar (político) não se despedem os incompetentes: chutam-se para cima.

Prémio Leya 2009 - que se passa?

Acho estranho o livro de João Paulo Borges Coelho, "O Olho de Hertzog", vencedor do Prémio Leya '09 ainda não estar nas montras, dois meses depois do prémio ser-lhe atribuído. Foi a concurso como manuscrito, ainda não editado mas suponho que o texto na versão definitiva. Ora qual a editora, e autor, que não quererá aproveitar o embalo duma capa com a tarjeta "obra premiada" colando-se a memória recente, e, já agora, aproveitar esta época de prendas, Natal? É estranho!... Que se passa?

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

a multiplicidade de personalidades: "Álvaro, Castelo Branco"

Ando há uns seis meses intrigado com a assiduidade dum 'cliente', que no visualizador de entradas mais recentes ao blogue surge identificado como estacionado em "Álvaro, Castelo Branco".
Ora eu de Álvaro, na zona de Castelo Branco, ou de qualquer outra das terras chamadas de Álvaro, nada sei além da sua existência, e de forma adicional e tão residual a ponto de até esta insistência mo recordar nada saber de concreto e nunca ter pensado nela ou no "assunto", seja ele qual for o que em tão curiosa localidade ocorre. Nada, népias, e era o lado para que eu dormia melhor.
E isto intrigava-me, e até conjecturei.
Convenço-me hoje que o "Álvaro, Castelo Branco" sou eu. Eu entro ou saio do meu blogue, esteja em Almeirim, Ribatejo; Lisboa, Lisboa; ou Virgin Islands, U.S., e o registo é insistente e parvo e diz que faço-o estando em... Álvaro, Castelo Branco. Eu sou o Álvaro, Castelo Branco. Eu sou o meu Álvaro, Castelo Branco?

Conclusão imediata: além dos vinte eu's que já conhecia, é caso para dizer que nunca nos conhecemos perfeitamente. "Jamé!"
 
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